Tudo o que você precisa saber sobre Como Destruir Um Reino em Três Dias

Tudo o que você precisa saber sobre Como Destruir Um Reino em Três Dias

Tempo de leitura: 4 minutos

Saudações! Aqui é Gabriel Bertella, o escritor fantasma de Gavin de Laguna.

Uau! Uma revelação bombástica devia estar na internet e realmente está! Brincadeiras à parte, eu já expliquei no post anterior que Gavin de Laguna é o meu primeiro pseudônimo, ou seja, eu escrevo por ele e sou o verdadeiro responsável por criar esta nova saga.

Neste artigo eu pensei em conversar um pouco sobre esta obra e minhas inspirações para escrevê-la, portanto, caso você já tenha a lido ou caiu de paraquedas aqui, este post será bem útil.

Eu escrevo muito sobre fugir dos clichês no meu blog sobre criatividade. E, se pararmos para pensar numa história clichê sobre fantasia medieval, chegamos à conclusão que sempre tem: um herói escolhido, uma profecia e, é claro, não pode faltar o famoso dragão. Não vou mentir que você vai encontrar tudo isso na minha nova trilogia, mas não pense que apresentarei os mesmos clichês da mesma maneira.

A começar pelo próprio Gavin de Laguna, que não é um herói poderoso que foi escolhido por uma profecia. Na realidade, ele acredita que se ele não foi “O Escolhido”, como ser descendente de alguém poderoso ou simplesmente citado numa profecia, ele não fará nada para salvar o reino do completo caos.

Tanto é que nem considero Gavin de Laguna o protagonista de Como Destruir Um Reino em Três Dias. O verdadeiro protagonista é o próprio Reino de Laguna e em como ele pode ser afetado pelo simples fato do Rei Lorenzo tomar um chá de sumiço. E, por conta disso, levar o reino inteiro à ruína.

Mas, ao longo desta jornada, quero mostrar que Gavin evolui de um simples plebeu espectador a um grande influente e, que por mais que sua vida seja comum, você e simplesmente você tem a capacidade de transformá-la por completo. Muitas pessoas esperam um chamado divino, algo que mostre que você é especial, quando na realidade você sempre foi, mas nunca percebeu isso.

Agora vamos falar um pouco sobre a narrativa de Gavin em si e sobre o mundo ao redor. Eu sempre gostei do jeito como as histórias quebram a quarta parede e chamam o leitor para participar ativamente, por isso resolvi criar um livro em primeira pessoa, onde o próprio Gavin conta suas histórias sobre Laguna. É muito divertido quando Gavin interrompe a história para contar uma curiosidade aleatória sobre queijos ou sobre algum acontecimento engraçado. E mais ainda quando Aribaldo, o alfaiate, conversa com o narrador dizendo que não conseguirá terminar o traje real no livro.

Gavin está escrevendo suas memórias e muitas coisas que aconteceram podem estar somente na cabeça dele, então é interessante saber o modo como ele pensa.

Como Destruir Um Reino em Três Dias sempre foi destinado ao público infanto-juvenil (embora os mais grandinhos poderão se divertir também). Muitos escritores imaginam na cabeça que seus livros são filmes ou séries, mas ao escrever esta trilogia eu sempre imaginei um desenho animado. Sendo assim, o humor característico, o absurdo e as referências são todas voltadas para essa ideia. É por isso que há personagens tão exagerados, como Lady Lucrécia, Medonho, a anã Genoveva, Liane que adora beijar formigas, Senhor Nestor e sua neurose.

Essa ideia também foi utilizada para transformar algo que poderia ser extremamente violento, em humor voltado para o público juvenil e pela família. As situações que envolvem armas acabam virando galhofa, como o seriado Chaves, por exemplo. E, como Gavin está conversando com um público moderno, modernizei a história ao colocar referências divertidas do nosso mundo moderno, como livros e até mesmo equipamentos eletrônicos.

Mas é bom lembrar que a fantasia se passa em uma época medieval, onde a higiene e a peste negra estão na memória de todos, afinal, é uma história medieval! Inclusive a própria capa do livro é para lembrar que se trata de algo medieval. Pensei comigo mesmo. Como é o próprio Gavin que está contando sua história, como ele faria a capa? A resposta está nos traçados desajeitados na representação do palácio real de Laguna e nas outras ilustrações dos livros seguintes.

Com isso dito, espero que goste de visitar o Reino de Laguna. Nos vemos futuramente com mais curiosidades e conteúdo extra de Gavin de Laguna, então, fique ligado no blog!

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